Hydrastis canadensis L.

Hidraste.

Família 
Informações gerais 

Originária da América do Norte, principalmente entre povos indígenas do leste do Canadá e leste dos Estados Unidos. Encontra-se cultivada na Europa. Suas principais indicações são: estomáquica, gastroprotetora, hepatoprotetora, orexígena, broncodilatadora, anti-hemorrágica, adstringente, laxante, estimulante do hormônio ocitocina, antiespasmódica, anti-inflamatória, vasoconstritora, antitérmica, imunossupressora, antioxidante, antimalárica, antifúngica e antibacteriana[1,2,3,4,5,6,7].

Referências informações gerais
1 - MATOS, F. J. A. Plantas medicinais: Guia de seleção e emprego de plantas medicinais usadas em fitoterapia no Nordeste do Brasil. 2 ed. Fortaleza: Imprensa Universitária – UFC, 2000, p. 112.
2 - BARNES, J. et al. Herbal Medicines. 3 ed. London: Pharmaceutical Press, 2007, p. 337-339.
3 - PANIZZA, S. T. et al. Uso tradicional de plantas medicinais e fitoterápicos. São Luiz: Conbrafito, 2012, p. 169.
4 - FERRO, D. & PEREIRA, A. M. S. Fitoterapia: Conhecimentos tradicionais e científicos, vol. 2. 1 ed. São Paulo: Bertolucci, 2018, p. 99-102.
5 - _______. Hydrastis canadensis. Hospital (Lond 1886), v. 10, n. 236, p.11, 1891.
6 - MUKHERJEE, P. K; HOUGHTON, P. J. Evaluation of Herbal Medicinal Products Perspectives on quality, safety and efficacy. London: Pharmaceutical Press, 2009, p. 151 e 207.
7 - GRUENWALD, J. et al. PDR for Herbal Medicines. Montvale: Economics Company, Inc, 2000, p. 355-357.
Descrição da espécie 

Planta herbácea, perene, medindo cerca de 12 a 30 cm de altura, de caule simples, ereto, piloso, com 2 folhas, raramente três na parte terminal; folhas redondas, nervadas, verde-escuras, pubescentes, cordiformes na base, com 5 a 7 lóbulos duplos, dentados; flor pequena, solitária, terminal, de cor branca-esverdeada; fruto pequeno, carnudo, em forma de bagas, oblongas; as sementes são pretas e brilhantes; rizoma horizontal, quase cilíndrico, retorcido, carnoso, grosso, de cor amarelo brilhante, com cerca de 1 a 5 cm de comprimento x 2 a 10 mm de diâmetro x 0,6 a 1,8 cm de espessura, com numerosas raízes delgadas, apresenta odor característico e sabor amargo[1,2,3].

Referências descrição da espécie
1 - FERRO, D. & PEREIRA, A. M. S. Fitoterapia: Conhecimentos tradicionais e científicos, vol. 2. 1 ed. São Paulo: Bertolucci, 2018, p. 99.
2 - GRUENWALD, J. et al. PDR for Herbal Medicines. Montvale: Economics Company, Inc, 2000, p. 355-356.
3 - EVANS, W. C. Trease and Evans Pharmacognosy. 16 ed. Philadelphia: Saunders, 2009, p. 382-383.
Nome popular Local Parte da planta Indicação Modo de preparo Forma de uso Restrição de uso Referências
Hidraste Brasil Rizoma

No tratamento de corrimento vaginal.

Infusão: 3 colheres (de sobremesa) da droga vegetal (pó) em 1 L de água. Abafar, deixar em repouso por 20 minutos e coar.

Fazer o banho de assento 3 vezes ao dia.

Contraindicada em pacientes em uso de anticoagulantes, anti-hipertensivos, digoxina e psicotrópicos, bem como na gravidez e lactação. Não se deve fazer o uso de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Hydrastis canadensis.

[ 1 ]

Referências bibliográficas

1 - PANIZZA, S. T. et al. Uso tradicional de plantas medicinais e fitoterápicos. São Luiz: Conbrafito, 2012, p. 169.

Antibacteriana

Antibacteriana
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Raiz e rizoma

Extrato hidroalcoólico à 45% (1:3). Extrato seco: 330 mg/mL. Padronizado com: 8,0 mg/mL de hidrastina e berberina. Concentrações para ensaio: 1:25 à 1:2000.

In vitro:

Em culturas de Helicobacter pylori e Campylobacter jejuni submetidas ao teste de microdiluição em ágar, para determinar concentração inibitória média (CI50).

 

Neste estudo, dos 21 extratos vegetais analisados, Calendula officinalis, Matricaria recutita, Zingiber officinale, Salvia officinalis, Foeniculum vulgare e Silybum marianum apresentam atividade antibacteriana contra C. jejuni, enquanto que Agrimonia eupatoria, Hydrastis canadensis, Filipendula ulmaria e Salvia officinalis são ativas contra H. pylori.

[ 10 ]
Raiz

Extrato: 5 g do material vegetal em 25 mL de etanol à 55%. Rendimento: 18,5%. Concentrações para ensaio: 0,25 à 512 µg/mL.

In vitro:

Em cepas de Neisseria gonorrhoeae (resistentes ou não à antibióticos) submetidas aos ensaios de disco-difusão e diluição em ágar, para determinar a concentração inibitória mínima (CIM50 e CIM100).

 

Neste estudo, dentre as 14 espécies vegetais, Arctostaphylos uva ursi, Hydastis canadensis, Prumus serotina e Rhodiola rosea apresentam atividade antibacteriana, com CIM = 16 à 64 µg/mL.

[ 12 ]
Folha

Extrato: maceração de 100 g do material vegetal em 500 mL de etanol à 50%. Concentrações para ensaio: 4,7 à 300 µg/mL.

In vitro:

Em cepas de Staphylococcus aureus (resistentes à meticilina, mutantes e recombinantes), submetidas ao teste de microdiluição em ágar para determinar concentração inibitória mínima (CIM), fluorescência (plasmídeo pDB59), bioluminescência (gene lux) e teste de citotoxicidade em queratinócitos humanos incubados com extrato vegetal e cepas de S. aureus (mutação α-toxina ou deleção do gene agr), com posterior análise dos níveis de lactato desidrogenase.

 

Observou-se que o extrato H. canadensis apresenta atividade antibacteriana contra cepas de S. aureus resistentes à meticilina (MRSA).

[ 1 ]
Raiz

Extrato: 1718 g do material vegetal (pó) em metanol à 95 %. Concentrações para ensaio: 0,78 à 100 µg/mL. Outra espécie em estudo: Sanguinaria canadensis.

In vitro:

Em cepas de Helicobacter pylori incubadas com extratos vegetais, submetidas ao teste de diluição em ágar para determinar concentração inibitória (CIM).

 

Observou-se que H. canadensis apresenta atividade antibacteriana mais potente, com CIM = 12,5 µg/mL.

[ 3 ]
-

Extrato. Outra espécie em estudo: Cymbopogon nardus.

In vitro:

Em polímeros de silicones maxilofaciais (MDX-4210) contaminados com Candida albicans e Staphylococcus aureus, incubados com extratos vegetais para determinar atividade antimicrobiana, viabilidade celular e formação de biofilme (ensaio XTT e microscopia eletrônica de varredura).

 

Observou-se que os extratos vegetais apresentam atividade antimicrobiana, reduzindo a formação de biofilme, contudo a desinfecção com água e sabão foi mais eficaz.

[ 5 ]
Folha, Caule, Raiz e rizoma

Extrato (1:5 p/v): maceração de 1 g do material vegetal (pó) em 5 mL de etanol à 50%. Concentrações para ensaio: 5 à 300 µg/mL.

In vitro:

Em cepas de Staphylococcus aureus e S. aureus (isogênica), submetidas ao teste de microdiluição em ágar e quadriculado, para determinar concentração inibitória mínima (CIM), concentração inibitória fracionada (FIC) e atividade da bomba de efluxo (por fluorescência).

 

Observou-se que o extrato da parte aérea de H. canadensis apresenta atividade antibacteriana mais potente.

[ 6 ]

Antimicrobiana

Antimicrobiana
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Raiz e rizoma

Extrato (1:5 p/v): 500 g do material vegetal (pó) em etanol à 70%. Rendimento: 12,75 g. Concentrações para ensaio: 1 à 0,002 mg/mL.

In vitro:

Em cepas de Staphylococcus aureus, Streptococcus sanguis, Escherichia coli e Pseudomonas aeruginosa, incubadas com extrato vegetal, submetidas aos testes de diluição em ágar para determinar concentração inibitória mínima (CIM).

 

Observou-se que o extrato de H. canadensis apresenta atividade antibacteriana relevante.

[ 4 ]

Antioxidante

Antioxidante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Raiz e rizoma

Extrato: 60 g do material vegetal (pó) em 100 mL de etanol/água (7:3). Concentrações para ensaio: 1:1000 e 1:10000. Outras espécies em estudo: Hamamelis virginiana e Crataegus oxyacantha.

In vitro:

Determinar atividade antioxidante através do ensaio ABTS.

 

Observou-se que todas as plantas analisadas apresentam atividade antioxidante, sendo Hamamelis > Crataegus > Hydrastis.

[ 11 ]

Hepatoprotetora

Hepatoprotetora
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Raiz

Extrato: material vegetal em metanol à 40 º C por 2 horas. Doses para ensaio: 300 e 1000 mg/kg.

In vitro:

Em microssomas hepáticos de ratos Wistar incubados com fenacetina, dextrometorfano, clorzoxazona e testosterona, respectivas isoformas CYP1A2, CYP2D6, CYP2E1 e CYP3A, e extrato vegetal, com posterior análise dos níveis de metabólitos por Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (CLAE).

 

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de insuficiência hepática aguda induzida por acetaminofeno, pré-tratados com extrato vegetal, com posterior análise da atividade das enzimas AST e ALT, e concentração plasmática de acetaminofeno.

Observou-se que o extrato de H. canadensis apresenta atividade hepatoprotetora, pois inibe significativamente a isoforma CYP2E1, principalmente na dose de 300 mg/kg.

[ 8 ]
Raiz

Extrato: material vegetal em metanol à 40 º C por 2 horas. Doses para ensaio: 300 e 1000 mg/kg.

In vitro:

Em microssomas hepáticos de ratos Wistar incubados com fenacetina, dextrometorfano, clorzoxazona e testosterona, respectivas isoformas CYP1A2, CYP2D6, CYP2E1 e CYP3A, e extrato vegetal, com posterior análise dos níveis de metabólitos por Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (CLAE).

 

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de insuficiência hepática aguda induzida por acetaminofeno, pré-tratados com extrato vegetal, com posterior análise da atividade das enzimas AST e ALT, e concentração plasmática de acetaminofeno.

Observou-se que o extrato de H. canadensis apresenta atividade hepatoprotetora, pois inibe significativamente a isoforma CYP2E1, principalmente na dose de 300 mg/kg.

[ 8 ]

Imunoestimulante

Imunoestimulante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Raiz

Extrato.  Dose para ensaio: 6,6 g. Outra espécie em estudo: Echinacea augustifolia.

In vivo:

Em ratos Sprague-Dawley expostos via intraperitoneal ao antígeno hemocianina (KLH), pré-tratados com extratos vegetais, com posterior análise dos níveis das imunoglobulinas IgM e IgG (ELISA).

Observou-se que os extratos de H. canadensis (IgM) e E. angustifolia (IgG) apresentam atividade imunoestimuladora.

[ 7 ]

Redutora da polidipsia e hiperfagia

Redutora da polidipsia e hiperfagia
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Raiz

Extrato: pó. Dose para ensaio: 6,25% da dieta. Outras espécies em estudo: Arctostaphylos uva-ursi, Filipendula ulmaria, Viscum album, Cassia occidentalis, Artemisia dracunculus e Cinnamomum tamala.

In vivo:

Em camundongos portadores de diabetes induzido por estreptozotocina, suplementados com dieta contendo os extratos (em associação ou não), com posterior análise do peso corporal, ingestão de alimentos e água, e níveis plasmáticos de glicose e insulina.

Observou-se que H. canadensis, A. uva-ursi, V. album e A. dracunculus não apresenta atividade hipoglicemiante, contudo reduzem os sintomas de polidipsia e hiperfagia.

[ 14 ]
Ensaios toxicológicos

Carcinogênica e Mutagênica

Carcinogênica e Mutagênica
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Raiz

Pó. Doses para ensaio (in vivo): 0 à 15,170 mg/kg.

In vitro:

Determinar a mutagenicidade em cepas Salmonella typhimurium e Escherichia coli, incubadas com o extrato vegetal, na presença ou não da enzima de ativação metabólica S9.

 

In vivo:

Em ratos F344/N e camundongos B6C3F1 suplementados com dieta contendo o pó vegetal (durante 2 semanas à 2 anos), com posterior análise do peso corporal, ingestão de alimentos, morfológica e histológica hepática, do timo e epidídimo, e níveis de eritrócitos micronucleados do sangue periférico.

Observou-se que o pó das raízes de H. canadensis se administrado por longo período de tempo, pode ocasionar neoplasia hepática benigna ou maligna, contudo, não demonstra mutagenicidade.

[ 2 ]

Interação medicamentosa

Interação medicamentosa
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Raiz

Extrato etanólico à 50% (5:1 g/v). Outras espécies em estudo: Echinacea purpurea e Spilanthes acmella.

In vitro:

Determinar o potencial inibitório dos extratos vegetais na atividade do citocromo P4502E1, na presença do substrato p-nitrofenol, com posterior análise de Vmáx e Km da reação.

 

Observou-se que H. canadensis inibe a atividade da proteína P4502E1, significativamente.

[ 9 ]
Raiz

Extratos: aquoso, etanólico à 70% e metanólico, a partir de cápsulas contendo 250 (padronizado com 10% de alcaloides) e 450 mg do pó vegetal. Outra espécie em estudo: Silybum marianum.

In vitro:

Em monocamada de células de adenocarcinoma do cólon de humanos (Caco-2) incubadas com os extratos vegetais, com posterior análise da expressão de ABCB1 e CYP3A4 (em vetor pUV1) por RT-PCR e hibridização.

 

Observou-se que H. canadensis modula a expressão da proteína CYP3A4 do citocromo P450, na dose de 450 mg.

[ 13 ]
-

Extrato hidroalcoólico a 55%.

In vitro:

Determinar atividade inibitória (CI50) da enzima do citocromo P450 (CYP3A4), na presença dos extratos vegetais, através do ensaio de microtitulação fluorométrica.

 

Neste estudo, dentre os 21 extratos vegetais, Hydrastis canadensis, Hypericum perforatum e Uncaria tomentosa inibem significativamente a isoforma CYP3A4, com CI50 = 0,03 à 0,79%.

[ 15 ]

Toxicidade embrionária

Toxicidade embrionária
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
-

Extrato etanólico à 45% (333 mg/mL): padronizado com 9,6 mg/mL de beberina e 8,4 mg/mL de hidrastina. Concentrações para ensaio (in vitro): 0,5 à 6 µL/mL. Dose para ensaio (in vivo): 1,86 g/kg.

In vitro:

Em embriões de ratas Sprague-Dawley incubados com o extrato vegetal, com posterior do desenvolvimento embrionário (batimentos cardíacos, funcionamento do saco vitelino, formação do arco branquial, comprimento do embrião, coroa-nádega, número de somitos e formação do sistema nervoso central).

 

In vivo:

Em ratas Sprague-Dawley prenhes tratadas com extrato vegetal, com posterior análise morfológica dos rins, fígado e placenta, do peso corporal, número de implantações e reabsorções, mortalidade e malformações (internas e externas) dos fetos.

O extrato de H. canadensis demonstra toxicidade embrionária (in vitro), exceto para o ensaio in vivo, devido o processo de absorção (farmacocinética) do extrato vegetal.

[ 16 ]

Referências bibliográficas

Dados Químicos
[ 1 , 2 , 3 , 4 , 5 , 6 , 7 , 8 , 9 , 10 , 11 , 12 , 13 , 14 , 15 , 16 , 17 , 18 , 19 , 20 , 21 , 22 , 23 , 24 , 25 ]
Marcador:
Principais substâncias:

Ácidos fenólicos

ácido clorogênico, ácido neoclorogênico e ácido quínico.

Ácidos graxos

Alcaloides

berberina, oxibeberina, hidrastina, β-hidrastina, hidrastinina, berberastina, xantopucina, canadina, 8-oxocanadina, talifendina, 8-oxotetrahidrotalifendina, candalina, canadalina, palmatina, tetrahidropalmatina, jatrorrizina, coptisina, isocoripalmina, 1,2-dihidronorreticulina, tembetarina, 8-oxo 5,6-deidrobeberina, reticulina e ácido canadinico.

Carboidratos

Fitosteróis

β-sitosterol e 20-hidroxiecdisona.

Flavonoides

6,8-di-C-metiluteolin 7-metil éter, 6-C-metiluteolin 7-metil éter, ácido 3,4-dimetoxi-2-(metoxicarbonil)benzoico, 3,5,3’-trihidroxi-7,4’-dimetoxi-6,8-C-dimetil-flavona, sideroxilina, 6-desmetil-sideroxilina e 8-desmetetil-sideroxilina.

Lactonas

meconina.

Óleos essenciais

Resinas

Referências bibliográficas

Tipo: Nacional
Tipo de Monografia: Farmacopeia
Ano de Publicação: 2024
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Tipo: Nacional
Tipo de Monografia: Farmacopeia
Ano de Publicação: 2019
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Tipo: Internacional
Tipo de Monografia: Medicamentos e Produtos de Saúde do Canadá
Ano de Publicação: 2019
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Tipo: Internacional
Tipo de Monografia: Medicamentos e Produtos de Saúde do Canadá
Ano de Publicação: 2019
Arquivo: PDF icon Download (84.52 KB)

Tipo: Nacional
Tipo de Monografia: Farmacopeia
Ano de Publicação: 2017
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Tipo: Internacional
Tipo de Monografia: Cooperativa Científica Europeia em Fitoterapia
Ano de Publicação: 2013
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Tipo: Nacional
Tipo de Monografia: Farmacopeia
Ano de Publicação: 2010
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Tipo: Internacional
Tipo de Monografia: Organização Mundial de Saúde
Ano de Publicação: 2007
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Tipo: Nacional
Tipo de Monografia: Farmacopeia
Ano de Publicação: 1959
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Tipo: Nacional
Tipo de Monografia: Farmacopeia
Ano de Publicação: 1959
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Tipo: Nacional
Tipo de Monografia: Farmacopeia
Ano de Publicação: 1926
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Tipo: Nacional
Tipo de Monografia: Farmacopeia
Ano de Publicação: 1926
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Tipo: Nacional
Tipo de Monografia: Farmacopeia
Ano de Publicação: 1926
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Tipo: Nacional
Tipo de Monografia: Farmacopeia
Ano de Publicação: 1926
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Tipo: Nacional
Tipo de Monografia: Farmacopeia
Ano de Publicação: 1926
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Advertências: 

suspender o uso se houver alguma reação indesejável.

Contraindicações: 

em crianças, gestantes, lactantes, hipertensos e portadores de deficiência da enzima glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD)[1,2,3,4].

Efeitos colaterais e toxicidade: 

altas doses e o uso prolongado podem provocar redução da absorção de vitamina B, distúrbios digestivos (hepatotoxicidade, dores no estomago, prisão de ventre, diarreia, vômito) e nervosos (depressão, alucinação, delírio, convulsão), irritação das mucosas (fototoxicidade), reflexos exagerados, leucocitose ou leucopenia, paralisia, bloqueio atrioventricular, bradicardia, insuficiência respiratória e morte. O contato com as raízes pode causar ulcerações nas mucosas[1,2,4,6].

Interações medicamentosas: 

a berberina pode antagonizar a atividade anticoagulante da heparina. Os alcaloides beberina e hidrasina podem inibir a atividade das enzimas microssomias hepáticas (CYP2D6, CYP2C9 e CYP3A4), alterando assim, a metabolização de diversos medicamentos (anticoagulantes, anti-hipertensivos, digoxina, psicotrópicos, dentre outros). A ação farmacológica do hidraste pode ser potencializada ou alternada com Berberis spp. nos tratamentos crônicos (ambas as espécies possuem berberina)[2,5,6].

Referências bibliográficas

Pós-colheita: 

teses de estabilidade, temperatura (4 à 40°C) e luminosidade, dos constituintes químicos presentes na raiz íntegra ou em pó, demonstram que o armazenamento do material vegetal por um período de 6 meses não altera significativamente a composição química [ 2 ] .

Problemas & Soluções: 

protocolos de micropropagação in vitro a partir das folhas em meio MS, são propostos para o desenvolvimento rápido desta espécie [ 1 ] .

Referências bibliográficas

Parceiros